"Não fumo, não planto, não vendo, não condeno. Legalize já".

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Essa era a faixa erguida por Eduardo Hideki Harano no Parque do Ibirapuera no dia 04.05, local onde se concentraria a Marcha da Maconha, que mesmo proibida judicialmente de sair às ruas reuniu aproximadamente 100 pessoas.
"O que não pode acontecer é uma passeata. Se eles ficarem parados não há problema" disse o major Wanderley, da PM. Parafraseando a autoridade: "O que pode não pode acontecer é Político* ser preso, mas roubar não é problema", diria Tonho do Coco numa hora dessas.
Num momento de escassez total de bom senso no qual o país se encontra, de PAC´s furados, MegaTV´s falidas, ascensão fundamentalista (leia-se TV Record e IURD), nada mais natural que por em pauta um velho tabú da irracionalidade moderna, a proibição de certas drogas, em contrapartida as "Julianas Paes" rebolando o trazeiro e chaqualhando uma "cerva" gelada na sua TV.
Não transformarei essas maltecladas em um trabalho estatístico para provar que o alcóol mata mais que todas as drogas ilícitas juntas, que a proibição do consumo é o alimento do tráfico e que morre mais pessoas lutando por essa falsa sensação de bem-estar causada pela proibição das drogas , do que morreriam de overdose os usuários caso as mesmas fossem liberadas.
Cabe a nós em alguns momentos não pensar em causas e efeitos, tanto dialeticamente quanto estatisticamente, mas sim pôr o racional acima do "mundo do espetáculo" no qual vivemos.

"Não fumo, não planto, não vendo, não condeno. Legalize já".

E você???? Pelo menos pensa.... ?

*Politico leia-se : Jader Barbalho, Lula, FHC, Alckimin, Serra, Dilma, ACM, ACM Neto, Jarbas, Humberto Costa, José Sarney, Severino Cavalcanti e todos que você votou na última eleição.

2 comentários:

kENAI disse...

Acredito que a questão das drogas, onde o álcool e o tabaco fazem parte, tem que ser tratada com extrema atenção na hora de se permitir ou não o seu uso.
Os entorpecentes e o tabaco, causam muitos danos a saúde, o que vai gerar ao Estado mais gastos com o tratamento de pacientes portadores de doenças oriundas desses vícios.
Embora devemos considerar que cada um tem pleno direito de controlar a sua saúde e decidir como será o fim de sua vida. Mas, com certeza a indústria trabalharia seu markenting sobre o público jovem, que são mais vulneráveis a fazer escolhas erradas, como adquirir um vício totalmente desnecessário.
Isto frequentemente ocorre com os fumantes, quem começa a fumar depois dos 18 anos?
Mesmo não sendo legalizada isso já acontece com as drogas, quantas crianças e adoscelentes já não utilizam entorpecentes?

Jorge Vieira disse...

realmente garoto....... talvez os gastos com segurança pública gerados pelo doença do tráfico sejam mais baratos.... URRG!!!!!!!!! na sociedade ideal cada individuo faz o que quer do corpo, estamos longe dela eu sei, mas o óbvio é aparente, só os falsos moralistas não enchergam...(nao existem verdadeiros) hehe
A publicidade do cigarro já é totalmente "travada",pelo menos eu no brasil nunca mais vi aqueles comerciais memoráveis da hollywood, nao vejo a possibilidade mesmo com a liberação, de comerciais de maria juana ou pó pro nariz... e voce é responsavel pela educação dos seus filhos, caso contrário desligue a tv!

obrigado pelo comentário, o blog anda meio morto........... abraço

 

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