"Não fumo, não planto, não vendo, não condeno. Legalize já".

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Essa era a faixa erguida por Eduardo Hideki Harano no Parque do Ibirapuera no dia 04.05, local onde se concentraria a Marcha da Maconha, que mesmo proibida judicialmente de sair às ruas reuniu aproximadamente 100 pessoas.
"O que não pode acontecer é uma passeata. Se eles ficarem parados não há problema" disse o major Wanderley, da PM. Parafraseando a autoridade: "O que pode não pode acontecer é Político* ser preso, mas roubar não é problema", diria Tonho do Coco numa hora dessas.
Num momento de escassez total de bom senso no qual o país se encontra, de PAC´s furados, MegaTV´s falidas, ascensão fundamentalista (leia-se TV Record e IURD), nada mais natural que por em pauta um velho tabú da irracionalidade moderna, a proibição de certas drogas, em contrapartida as "Julianas Paes" rebolando o trazeiro e chaqualhando uma "cerva" gelada na sua TV.
Não transformarei essas maltecladas em um trabalho estatístico para provar que o alcóol mata mais que todas as drogas ilícitas juntas, que a proibição do consumo é o alimento do tráfico e que morre mais pessoas lutando por essa falsa sensação de bem-estar causada pela proibição das drogas , do que morreriam de overdose os usuários caso as mesmas fossem liberadas.
Cabe a nós em alguns momentos não pensar em causas e efeitos, tanto dialeticamente quanto estatisticamente, mas sim pôr o racional acima do "mundo do espetáculo" no qual vivemos.

"Não fumo, não planto, não vendo, não condeno. Legalize já".

E você???? Pelo menos pensa.... ?

*Politico leia-se : Jader Barbalho, Lula, FHC, Alckimin, Serra, Dilma, ACM, ACM Neto, Jarbas, Humberto Costa, José Sarney, Severino Cavalcanti e todos que você votou na última eleição.

Silvio Santos Presidente!

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Esse vídeo eu achei sem querer.

Vejam o Sílvio Santos fazendo sua campanha política de última hora em 1989.

E leiam o porque do que ocorre no vídeo!

Notem também, a quantidade de candidatos que existiam naquela eleição para presidente.

Sílvio Santos 1989!!!

Sexo, Crime e Vaticano (Sex Crimes and the Vatican)

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Os casos de pedofilia na igreja católica nunca foram novidade, nem no Brasil e muito menos, fora dele. Porém, até então, eu nunca tinha visto um documentário produzido exclusivamente sobre este assunto. Assunto este, que chega a ser muito delicado, pois, sabemos que esta religião dominou o mundo e o coordenou durante um período muito extenso da história da humanidade e que agora vem perdendo forças, inclusive no Brasil que é o país que se diz mais católico do mundo.

Este documentário mostra a forma absurda que são tratados os casos de pedofilia envolvendo a igreja. Envolvendo, subjugando e utilizando de seu poder de convencimento (crença das pessoas) para que os casos sejam abafados por todas as partes, sejam elas padres, bispos, vítimas e até testemunhas. Sob pena de excomunhão para quem não seguir as orientações que constam em um documento secreto da igreja criado em 1970 pelo vaticano e enviado para os bispos do mundo inteiro.

Ou seja, de lá para cá, vários casos de pedofilia envolvendo membros da igreja católica foram tratados no sentido de esconder seus erros ao invés de procurar corrigi-los. E o pior, um dos responsáveis pela ocultação dos casos é o atual papa.

Vejam o documentário dividido em 4 partes.

Parte 1


Parte 2


Parte 3


Parte 4

Questão de Hábito

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Quando escolhemos uma profissão, teoricamente, temos que nos aprofundar naquela área, porém, há algumas que exigem um pouco mais de conhecimento de outras áreas do que outras. Um exemplo é a área de Jornalismo. Um jornalista pode escrever entre diversas áreas existentes e interessantes para escrever e / ou se especializar. Mas, mesmo esta "especialização" não os eximem de ter a obrigação de ter conhecimentos gerais. Aparentemente, esta cartilha não é seguida por todos.

Seja por uma questão cultural como já citei no blog, seja por uma questão de exceção no jornalismo (espero) ou uma formação precária gerada pela educação em nosso país, sempre que se vai escrever algo ou algum dado que não se sabe ou tem dificuldade, mesmo que seja em um blog (como o nosso), deve-se pesquisar... Afinal, a internet está aí...

Um dos motivos que me levou à escrever este blog, foi a publicação de um texto em que o blog do Jacaré Banguela imortalizou. Este texto foi escrito por uma jornalista de nome Joanna de Assis no site do globo esporte e que me causou uma irritação muito grande. Ela citou o Sport Club do Recife (favor notar o detalhe do nome) como sendo uma equipe baiana.

Pesquisando um pouco mais pela internet encontrei o blog da mesma. E resolvi escrever um comentário no seu blog pessoal já que corro o risco de não ter minha mensagem respondida caso enviasse pelo site do globo esporte (site que foi publicado o texto) e também, por não ter encontrado o seu e-mail estampado em algum site pesquisado por mim.

Segue o texto do comentário:

Joanna,

Sinto um temor muito grande pela falta de conhecimento, pelo precário ensino brasileiro, pela cultura rotuladora, preconceituosa e pejorativa (espero não ter sido o caso). Mas, meu maior temor, é a existência de qualquer um destes indícios por parte daqueles que infelizmente e inevitavelmente são os formadores de opinião em nosso país.

Pessoas que geram informações e que posteriormente transformam, rearranjam e as vezes até invertem totalmente a opinião da maioria das pessoas da nossa nação. Esta "dependência" de nosso povo faz com que as pessoas que exercem a sua atividade assim como outras ligadas à comunicação e entretenimento tenham mais responsabilidades na hora de publicar uma matéria, dar entrevistas, publicar um post e até na hora de falar em publico.

Não sou jornalista e nem vislumbro esta atividade ao longo da minha vida, porém, sempre acompanho não só as notícias, mas, como elas são passadas.

Assim como você, escrevo para blogs, em um deles, falo sobre política, economia, opinião, dia-a-dia... Enfim, tudo o que me interessar naquele momento. Cito isto, por que tenho uma prática que é a de verificar / conferir dados daqueles assuntos que escrevo. Mesmo que não seja minha obrigação de fazê-lo.

Temos na internet uma forma inesgotável de fonte de informações que nos ajudam e até mesmo modificam algum conhecimento e opinião que tínhamos a respeito de certos assuntos. Tenho como prática também a de citar nem que seja em comentários as alterações feitas no mesmo.

Falo isto por que, acho que seria mais do que uma obrigação a retratação independente do motivo que resultou na desastrosa frase que gerou tanta indignação para os seus leitores. Sejam eles torcedores ou não do Sport Club do Recife, sejam eles pernambucanos ou não, sejam eles jornalistas ou não.

Escutar críticas e sugestões são atitudes que enobrecem as pessoas mesmo que sejam aceitas ou não.

Juro que tentei de todas as formas ser o mais educado e respeitoso o possível com sua pessoa, mas, não sou satisfeito como a sociedade se porta e infelizmente para você sou um torcedor (mesmo que não atuante) do Sport, pernambucano e moro em São Paulo e tenho que lhe dar todos os dias com pessoas que possuem a cultura citada no início do texto enraizada em suas mentes. Mas independente de minha torcida e meu estado de origem, senti que tinha a obrigação de expressar minha opinião perante sua pessoa.

Certo de sua compreensão,

David


Gostaria de citar que independente da área de atuação que um jornalista possa ter, o mesmo tem responsabilidade sobre seus textos e a obrigação de ter um mínimo de preocupação em repassar as informações da forma mais correta possível.

Inevitavelmente, o jornalismo brasileiro perde em credibilidade quando há fatos como este e todos pagam por isto.

http://globoesporte.globo.com/ESP/Noticia/Futebol/Palmeiras/0,,MUL426994-4403,00.html
http://www.jacarebanguela.com.br/?p=4439

 

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