Alguns dias atrás fomos surpreendidos pelo golpe militar ocorrido em Honduras. Um país onde o presidente na época (hoje deposto) tentava criar através de referendo popular a possibilidade de uma reeleição.
Porém, na constituição daquele país não há a possibilidade de se criar a reeleição ou de se alterar este item. Sendo assim, este referendo seria ilegal, a não ser que fosse criada uma nova Constituição. Mas, alterar a existente é impossível segundo a própria constituição.
E a punição seria a imediata perda de mandato do presidente (O que foi feito). Porém, ao tentar "estabelecer a ordem" no país. As forças armadas quebraram uma sequência de artigos existentes na constituição daquele país. Isto teoricamente invalidaria também o golpe militar.
A volta da ditadura militar na América Latina que antigamente possuía um apoio dos EUA, hoje já não possuem. Nem dos EUA nem da população, diga-se de passagem.
Mas, apoiar o presidente eleito com tudo o que ele tentou fazer também é um erro. É necessário fazer um acordo para que o mesmo volte ao poder, já que seu mandato já está no último ano, e impedí-lo de fazer esta reeleição e de tentar mudar as leis ao seu jeito.
É importante ressaltar para quem chama este ato de chavismo que quem implantou durante o seu primeiro mandato a reeleição e fez uso do mesmo aqui no Brasil foi FHC. Sendo assim, chamar de chavismo é algo errado e imbecíl.
Honduras e o Golpe Militar
Marcadores: coisas sérias | author: David Barros Santos RibeiroPosts Relacionados:
Assinar:
Postar comentários (Atom)


0 comentários:
Postar um comentário