Collor é o novo imortal da Academia Alagoana de Letras

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Detalhe: sabe quantos livros ele publicou?


Acertou quem respondeu zero!

Collor foi aceito porque publicou sete coletâneas de artigos e discursos publicados em gráficas oficiais, como a do Senado. Para os membros da AAL isso foi considerado como um livro.

Ou seja, para ser um imortal, basta escrever o equivalente a um único livro, mesmo que nenhuma cópia tenha sido vendida.

Se bem que Sarney é um imortal (assim como a sua vida política) da Academia Brasileira de Letras. Mas ele merece, afinal já publicou mais de 20 livros, detre eles e Brejal dos Guajas (1985), que Millôr Fernandes disse se tratar de "uma obra-prima sem similar na literatura de todos os tempos, pois só um gênio poderia fazer um livro errado da primeira à última frase".

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2 comentários:

Jorge Vieira disse...

a resenha de millor sobre o livro é a melhor coisa que sarney proporcionou ao brasil, (mesmo que indiretamente)

David B S Ribeiro disse...

Ele e a sua família. Pois, nunca mais sairá da história do Brasil. Já que já foi presidente, prolongou seu próprio mandato, foi presidente do Senado várias vezes e ainda conseguiu se eleger em mais de um estado como senador.

Só isto vai fazê-lo ficar nos livros de historia. Espera-se como lição aprendida e não lição a ser seguida.

 

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